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PESQUISA DEMONSTRA IMPORTÂNCIA DO USO DE TORNOZELEIRA ELETRÔNICA COMO FORMA REINSERÇÃO SOCIAL
Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com a Defensoria Pública do Estado, demonstra que apenas 6% dos homens em regime fechado e 3% das mulheres no semiaberto que usavam tornozeleiras tiveram uma nova acusação de crime no ano de 2016. O diagnóstico foi apresentado, durante audiência na Assembleia Legislativa e apontou à queda de reincidência no sistema prisional.

Representando a presidência da Assembleia, o deputado Jeferson Fernandes destacou que a pesquisa mostra importância do uso da tornozeleira eletrônica como forma de inserção social. Jeferson elogiou a parceria entre universidade e poder público como forma alternativa para enfrentar o grave problema da segurança no Estado.

No entanto, o deputado alertou que o governo do Estado não está olhando para o problema da superlotação dos presídios no interior do Estado. De acordo com parlamentar, em Palmeira das Missões mais de trinta mulheres estão presas em celas com condições desumanas. “Estamos convivendo numa situação insustentável. A pesquisa mostra que podemos encontrar alternativa para cumprimento da condenação penal”, acentuou.  

Foram incluídos no levantamento dados referentes a 476 apenados homens e 92 mulheres. Hoje, 1.963 condenados usam monitoramento eletrônico no Estado. Segundo Vanessa Chiari Gonçalves, coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Direito Penal e Criminologia da Ufrgs e responsável pela pesquisa, 24% dos detentos que saíram do regime fechado estão em situação mais grave do que há um ano, com regressão de pena. "Mas é importante frisar que a maioria regrediu sem nova acusação de delito", destacou.
 
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