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JEFERSON COMEMORA SEPARAÇÃO ENTRE BOMBEIROS E BM MAS LAMENTA PRECARIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DAS CATEGORIA
O deputado estadual Jeferson Fernandes (PT) comemorou a votação do Projeto Lei Complementar nº 279, que regulariza a separação entre o Corpo de Bombeiros e a Brigada Militar, processo iniciado no governo Tarso Genro. No entanto, lamentou que a Assembleia Legislativa consolide a autonomia da corporação dos Bombeiros no momento em que aprova a Proposta de Emenda Constitucional 261, que retira dos servidores o direito de averbarem no Estado o tempo de serviço em outras instituições do município ou da União. “Estamos felizes e, ao mesmo tempo, entristecidos, porque a instituição já começa perdendo direitos a duras penas conquistados”, lamentou o petista.  A manifestação ocorreu na manhã desta quinta-feira (06/07), durante sessão plenária extraordinária do Legislativo.

O deputado alertou que a impossibilidade de utilizar o tempo de desempenho em outras instituições para fins de avanço na carreira desestimula os jovens a ingressarem no Corpo de Bombeiros a partir de agora. Ele lembrou que, na semana passada, a Assembleia já havia aprovado projeto que põe fim à promoção dos brigadianos na reserva, da licença especial e condiciona os servidores a trabalharem mais tempo para aposentarem-se. “Na prática, o governo se obriga a dar autonomia aos Bombeiros, já que o RS é dos poucos estados que ainda não fez esta separação. Ao mesmo tempo, destrói a carreira dos que já trabalham na BM. Uma incoerência terrível”, resumiu o parlamentar.

 Além disso, Jeferson atenta para a desativação de vários postos de Bombeiros nos municípios do interior gaúcho, por falta de efetivo. “Há cidades que ficam vários dias com o posto do Corpo de Bombeiros fechado porque estão sem pessoal. Em São Luiz Gonzaga, Santa Rosa, Giruá, Ijuí, Palmeira das Missões, a falta de pessoal está inviabilizando os atendimentos”, ressaltou o deputado. Ele vê como contraditória a ação de um governo que, embora dê independência ao Corpo de Bombeiros, ao mesmo tempo “não oferece as mínimas condições para que estes trabalhadores e trabalhadoras prestem os seus serviços”. “Vamos continuar fiscalizando a atuação do Estado para que os Bombeiros não sigam no foco deste governo que se notabiliza como destruidor dos serviços públicos, com vistas à terceirização. Não aceitaremos este desmonte!”, frisou.

O projeto de separação das corporações foi aprovado por unanimidade (54X0).
Foto: Raquel Wünsch
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